Presença na região, conversão no site e Só no Tri, comparados com o período anterior.
O período eleitoral inflacionou o custo de atenção na região, resultando em um aumento de 50% no CPM (custo por mil exibições) nas campanhas de topo/meio de funil. Aliado a uma menor verba direcionada para visibilidade (redução de R$ 4,4 mil para R$ 2,9 mil), tivemos esse impacto no volume de impressões e alcance totais. As campanhas do e-commerce se mantiveram estáveis.
Anúncios de setembro somados por publicação: quando o mesmo post rodou em mais de uma campanha, os números estão juntos.
Campanhas de conversão do Meta e do Google Ads somadas. Mês de retomada do e-commerce após a migração de plataforma (reativado em 20/08), ainda em processo de estabilização.
Compras e valor atribuídos por cada plataforma; Meta e Google podem contar a mesma venda.
Como a ação de setembro teve só um dia, usamos metade do investimento.
Na proposta, as três campanhas do Só no Tri entram na redução: visitas ao perfil de R$ 800 pra R$ 400, conversão de R$ 800 pra R$ 400 e alcance de R$ 400 pra R$ 300. De R$ 2.000 pra R$ 1.100 por ação.
Com um dia no ar, o Só no Tri saiu a R$ 12,50 por compra, mais que o dobro da média da conversão (R$ 5,84).
As três campanhas do Só no Tri caem de R$ 2.000 pra R$ 1.100.
02 · A propostaEntre as campanhas fixas do Meta, o público quente tem o maior custo por compra (R$ 6,39). O público frio é o mais barato (R$ 4,63).
Saem R$ 400 do público quente e R$ 100 das ofertas semanais. O público frio fica como está.
02 · A propostaCom o CPM de visibilidade 50% mais caro e menos ações pontuais no ar, o alcance caiu 54%. A presença na região depende dessas ações.
Duas campanhas contínuas: visitas ao perfil (R$ 1.000) e vídeo view (R$ 400).
03 · Visitas ao perfil13,8 mil visitas ao perfil viraram 350 seguidores.
Vídeos que dão um motivo pra seguir e boas-vindas no Direct pra levar o novo seguidor à primeira compra.
03 e 04 · Vídeos e ManyChatRedistribuição do investimento entre e-commerce e loja física para maximizar o reconhecimento local, engajar novos seguidores e expandir a base de clientes do Trimais.
As campanhas que têm como objetivo levar o usuário até a compra no site entram como e-commerce.
Já as ações voltadas para construção de audiência, presença de marca e lembrança (como seguidores, engajamento, alcance e visualizações de vídeo) entram como loja física.
Mantendo o orçamento total de R$ 10.900/mês, otimizamos as campanhas pontuais (Só no Tri) para financiar uma estratégia contínua de presença regional. Realocamos R$ 1.400 para criar dois pilares de sustentação de marca: aumento contínuo da base de seguidores e retenção de público via vídeo.
Hoje a atração de seguidores só acontece em posts isolados de oferta. A ideia agora é ter uma campanha contínua no ar no raio de Tucuruvi, Lauzane e Peri, usando vídeos que dão um motivo real para a pessoa seguir e querer conhecer o Trimais.
Um calendário de ofertas por dia da semana: terça e quarta hortifrúti, dia da mistura, dia da padaria. Vídeo curto com a chamada "segue o Trimais pra não perder as ofertas".
Vídeo montado com os comentários reais dos clientes no Instagram: prints dos elogios ao atendimento, ao açougue, à padaria, à limpeza da loja. Narração simples por cima ou texto na tela.
O hortifrúti sendo organizado, o pão saindo do forno, o açougue cortando na hora. E as facilidades que a loja oferece: o hortifrúti já cortado, o pedido pronto pra retirar, o atendimento no balcão. Vídeos curtos que mostrem todo o cuidado do Trimais.
Vídeos curtos com dicas úteis pra quem faz as compras da casa: como guardar o hortifrúti pra durar mais, como escolher a carne certa pra cada preparo, como aproveitar melhor o que sobrou. Chamada: "segue pra receber a próxima dica".
Ganhar o seguidor é só o primeiro passo. O segredo é aproveitar a intenção de compra enquanto o Trimais ainda está fresco na cabeça dele.
Assim que a pessoa segue o perfil, o ManyChat envia uma mensagem automática de boas-vindas no Direct, convidando para a primeira compra no site ou apresentando as ofertas da loja física.
De janeiro a agosto, o investimento mensal caiu de R$ 17,7 mil em 2025 pra R$ 10,7 mil em 2026, e a queda saiu quase toda do Meta. Com R$ 15 a 18 mil por mês, as duas frentes crescem sem que uma tire da outra.
| Campanha | Proposta atual | R$ 15 mil | R$ 18 mil |
|---|---|---|---|
| E-commerce | |||
| Meta | ConversãoPúblico quente, público frio e ofertas semanais. O público frio a 6 km custa R$ 5,31 por compra: é a linha que mais cabe escalar | R$ 2.700 | R$ 3.100 | R$ 3.500 |
| Meta | Conversão | Primeira compra novaSó pra quem nunca comprou no site, com cupom ou frete grátis acima de um mínimo | R$ 0 | R$ 500 | R$ 1.000 |
| Meta | Só no Tri | Conversão | R$ 400 | R$ 400 | R$ 800 |
| Google | Search | Tucuruvi e Lauzane | R$ 1.800 | R$ 1.800 | R$ 2.000 |
| Google | Performance Max | R$ 2.200 | R$ 2.200 | R$ 2.700 |
| E-commerce | R$ 7.100 · 65% | R$ 8.000 · 53% | R$ 10.000 · 56% |
| Loja física | |||
| Meta | Visitas ao perfil | ContínuaÉ a linha que mais cresce nas faixas maiores | R$ 1.000 | R$ 3.200 | R$ 3.400 |
| Meta | Vídeo view | Contínua | R$ 400 | R$ 1.400 | R$ 1.600 |
| Meta | Seguidores (por publicação)Impulsionamento de R$ 50 por post; não muda com a faixa | R$ 600 | R$ 600 | R$ 600 |
| Meta | Engajamento (por publicação) | R$ 800 | R$ 800 | R$ 800 |
| Meta | Alcance (por publicação) | R$ 300 | R$ 300 | R$ 300 |
| Meta | Só no Tri | Visitas ao perfilA ação dura pouco; o reforço só sobe na faixa maior | R$ 400 | R$ 400 | R$ 800 |
| Meta | Só no Tri | Alcance | R$ 300 | R$ 300 | R$ 500 |
| Loja física | R$ 3.800 · 35% | R$ 7.000 · 47% | R$ 8.000 · 44% |
| Total | R$ 10.900 | R$ 15.000 | R$ 18.000 |
Nas faixas maiores, a divisão fica mais equilibrada. O impulsionamento por publicação não muda; o que cresce é a campanha contínua de visitas ao perfil, o vídeo view, a primeira compra e, na faixa de R$ 18 mil, o reforço Só no Tri. Nessa faixa, o Meta fica em R$ 13,3 mil e o Google em R$ 4,7 mil.
Projeção simples: verba de cada frente dividida pelo custo por resultado dos últimos 90 dias (15/06 a 13/09/2026). Nas faixas de R$ 15 e 18 mil, o e-commerce usa um custo 20% acima do atual, porque parte da verba nova vai pra público frio e pra primeira compra.
| Resultado por mês | Hoje | Proposta | R$ 15 mil | R$ 18 mil |
|---|---|---|---|---|
| E-commerce | ||||
| Compras atribuídas ao MetaR$ 5,85 por compra hoje · R$ 7,00 nas faixas maiores | ~ 680 | ~ 530 | ~ 570 | ~ 760 |
| Vendas atribuídas ao GoogleR$ 2,50 por venda · R$ 3,00 na faixa de R$ 18 mil | ~ 1.600 | ~ 1.600 | ~ 1.600 | ~ 1.550 |
| Loja física | ||||
| Visitas ao perfil (todas as campanhas)R$ 0,16 por clique | ~ 8.800 | ~ 12.500 | ~ 26.000 | ~ 30.000 |
| ThruPlays de vídeoR$ 0,04 por ThruPlay | 0 | ~ 10.000 | ~ 35.000 | ~ 40.000 |
| Interações (engajamento)R$ 0,02 por interação | ~ 46.000 | ~ 46.000 | ~ 46.000 | ~ 46.000 |
| Pessoas alcançadas (alcance por publicação e Só no Tri)R$ 2,09 por mil pessoas | ~ 335 mil | ~ 285 mil | ~ 285 mil | ~ 385 mil |
Compras e receita são as atribuídas por cada plataforma; Meta e Google podem contar a mesma venda. Seguidores ganhos não entram na tabela porque o Meta não devolve esse número por campanha. Vamos acompanhar pelo crescimento do perfil no Instagram, hoje em 159 mil, e pelo número de conversas iniciadas no ManyChat.
O e-commerce continua sendo o motor de retorno direto. A loja física ganha uma frente com nome, verba e indicador. E, se o investimento voltar a crescer, as duas sobem juntas.